Dados divulgados há algumas semanas pelo Ministério da Saúde contemplando o intervalo entre os anos de 2006 e 2018 apontaram aumento de 30,8% (42,6% para 55,7%) na prevalência de adultos com excesso de peso e de 68% (11,8 % para 19,8%) daqueles com obesidade. Em números mais objetivos as informações colhidas pelo Vigitel (Vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por Inquérito Telefônico) apontam que 56 em cada 100 brasileiros adultos estão com excesso de peso, enquanto um em cada cinco estão categorizados como obesos. O fato de ter havido uma estabilização nas prevalências de sobrepeso e obesidade em 2015 e 2016 fez com que fosse alardeada uma relação causa-efeito que seria resultante de mudanças de comportamento observadas desde o início do estudo em 2006. Tais alterações comportamentais se perpetuam e vão se ampliando continuamente, merecendo destaque os aumentos de 15,5% no consumo de frutas e hortaliças e 25% na prática de exercícios, enquanto o consumo de refrigerantes e bebidas açucaradas declinou em 53,4%. O que parece não estar sendo apreciado é o fato de que as boas atitudes evitam o ganho de peso, mas não o tratam, o processo não é revertido, para isso necessitamos de outras ferramentas. […] Fonte: https://veja.abril.com.br/blog/letra-de-medico/comportamento-evita-obesidade-ou-sua-piora-mas-nao-e-tratamento/
11 de outubro de 2019
Comportamento evita obesidade (ou sua piora), mas não é tratamento
Dados divulgados há algumas semanas pelo Ministério da Saúde contemplando o intervalo entre os anos de 2006 e 2018 apontaram aumento de 30,8% (42,6% para 55,7%) na prevalência de adultos...
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