Duas em cada três mortes de pessoas com menos de 75 anos, registadas em Portugal, em 2016, podiam ter sido evitadas. São 22 138 óbitos, representando 67,6% de todas as mortes naquela categoria etária, de acordo com dados divulgados quinta-feira pelo gabinete de estatísticas europeu. As doenças cardiovasculares e o cancro do pulmão respondem por um terço dessa mortalidade prematura. A opinião na comunidade médica é consensual. Maus hábitos alimentares e sedentarismo estão entre as principais causas, com a obesidade e a diabetes a pesarem, negativamente, nas estatísticas. […] O Eurostat avança, aliás, para uma análise mais fina, apurando, desse total de mortes, quantas poderiam ter sido “preveníveis” (através de intervenções eficazes no domínio da saúde pública e da prevenção primária) e “tratáveis” (com abordagens atempadas e eficazes em matéria de cuidados de saúde). E dos mais de 22 mil óbitos evitáveis no nosso país, 61,4% teriam sido por via da prevenção e o remanescente por via do tratamento. De referir, ainda, que as taxas de mortalidade “preveníveis” eram mais elevadas nos homens. No caso das mulheres, a principal causa de morte de doença “tratável” era o cancro da mama, respondendo por mais de um quarto. Fonte: https://www.jn.pt/nacional/interior/duas-em-cada-tres-mortes-abaixo-dos-75-eram-evitaveis-11274797.html
23 de setembro de 2019
Duas em cada três mortes abaixo dos 75 eram evitáveis
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